
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
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Caderninhos...
A génese da "Faz de Contas"

Da mesma forma se desenvolveu a “Faz de Contas”… Foi ver uma conta aqui e outra ali, a beleza das formas e das cores, para de repente o hobby começar a ser um Mundo!
Escolheram-se sempre materiais nobres, desde a porcelana, ao cristal, coral, madeira, entre outros.
Os amigos entusiasmaram-se e começaram a pedir que lhes fizesse algo para combinar com o vestido “x” ou com a camisola “y”.
Escolheram-se sempre materiais nobres, desde a porcelana, ao cristal, coral, madeira, entre outros.
Os amigos entusiasmaram-se e começaram a pedir que lhes fizesse algo para combinar com o vestido “x” ou com a camisola “y”.
Numa outra vertente surgiu a costura – por incentivo e também por encomendas de amigos – uma colcha, um vestidinho de bebé, uma mala, sapatinhos… por aí fora. A nossa imaginação foi o limite!
Desde então tem sido só criar!
Desde então tem sido só criar!
A génese dos caderninhos

A ideia de começar a fazer caderninhos começou quase como sendo um hobby. O objectivo era fazer cadernos para oferecer a pessoas amigas… e foi-se expandindo. De uma forma geral, são feitos com materiais que tinha em casa, de experiências anteriores. São totalmente feitos à mão, com a excepção dos cortes na guilhotina, são desta forma dobrados, cosidos e colados muito artesanalmente.
Os materiais escolhidos para as lombadas e cantos, são ou peles ou tecidos. Nos tecidos, as cambraias e popelines são a maioria. Como já não existem chitas, foi a solução encontrada. No entanto, começou-se por usar padrões que recordam os antigos aventais e batas que as senhoras costumavam trazer, quando vinham à cidade, ou em alturas mais festivas.
Os papéis usados, são ou papéis pintados ou os sucedâneos de papel chagrin que se encontram no mercado… mas que pretendem, à semelhança dos tecidos, remeter para ideias e lembranças da minha meninice.
Algumas das soluções mais excêntricas, surgem de inspirações de momento, ou de pedidos expressos de outras pessoas, desafio sempre agradável.
Desta forma, são possíveis fazer não só as ideias “Lupi”, mas também quaisquer outras.
Os materiais escolhidos para as lombadas e cantos, são ou peles ou tecidos. Nos tecidos, as cambraias e popelines são a maioria. Como já não existem chitas, foi a solução encontrada. No entanto, começou-se por usar padrões que recordam os antigos aventais e batas que as senhoras costumavam trazer, quando vinham à cidade, ou em alturas mais festivas.
Os papéis usados, são ou papéis pintados ou os sucedâneos de papel chagrin que se encontram no mercado… mas que pretendem, à semelhança dos tecidos, remeter para ideias e lembranças da minha meninice.
Algumas das soluções mais excêntricas, surgem de inspirações de momento, ou de pedidos expressos de outras pessoas, desafio sempre agradável.
Desta forma, são possíveis fazer não só as ideias “Lupi”, mas também quaisquer outras.
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